Temos o poder de escolher quem somos?

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Autora – Joana São João Rodrigues 

Psicóloga Clínica, Mestre em Psicologia

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Temos o poder de escolher quem somos?

O ser humano é um ser bio-psico-social e somos desde o nosso nascimento inseridos na cultura em que os nossos pais estão inseridos.

Vamos sendo tratados, educados, amados da forma que os nossos pais / familiares / cuidadores o sabem fazer.

E quando vamos crescendo, existe uma tendência de repetirmos o que aprendemos ou fazer o oposto (quando achamos que não concordamos com algo), contudo isto acontece quando reflectimos sobre estas questões, e desta forma temos uma maior capacidade de optar pelo que acreditamos que faz mais sentido para a pessoa em que nos tornámos e que queremos ser.

Foi termos vivido tudo o que vivemos no passado lá atrás, até ao passado de há 5 minutos, que nos faz ser a pessoa que somos agora neste minuto.

As experiências, as reflexões sobre estas e o que decidimos fazer com elas… E são estas decisões que nos dão o poder. Cada um de nós pode optar por ser diferente.

Não colocando de parte (de todo!), o valor da nossa genética, tal como da predisposição com que nascemos. Muito antes pelo contrário, ao termos consciência do que temos em nós, das nossas capacidades, das nossas aprendizagens, dos nossos gostos, das nossas dificuldades, podemos optar pelo que nos é mais fácil em determinados momentos, pelo que gostamos mais, ou, procurar melhorar determinados aspectos e características. O sermos o que somos é algo em constante mudança, em maior ou menor mudança…

A grande diferença de termos ou não esse poder, pode ser pelo nível de consciência que temos (quanto maior consciência, maior poder temos para mudar) e pela vontade de largar o que já é conhecido e avançar à descoberta (que pode ser extremamente assustador, contudo, muitas vezes essencial para (re)descobrirmos o nosso bem-estar).

Cada um de nós tem determinadas dificuldades mas também potencialidades, e ao explorarmos novas perspectivas vamos ser cada vez mais capazes de regular as nossas necessidades psicológicas e, assim, encontrar um maior equilíbrio emocional.

 

Autora: Joana São João Rodrigues 

 

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